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Exército do Irã diz que vai atacar 'interesses dos EUA' se instalações nucleares forem atingidas

Imagem de satélite mostra a instalação nuclear de Natanz e a montanha Pickaxe, em 30 de junho de 2026 Vantor/Handout via REUTERS O comando militar do Irã af...

Exército do Irã diz que vai atacar 'interesses dos EUA' se instalações nucleares forem atingidas
Exército do Irã diz que vai atacar 'interesses dos EUA' se instalações nucleares forem atingidas (Foto: Reprodução)

Imagem de satélite mostra a instalação nuclear de Natanz e a montanha Pickaxe, em 30 de junho de 2026 Vantor/Handout via REUTERS O comando militar do Irã afirmou, nesta terça-feira (21), que vai atacar pontos de interesses dos Estados Unidos e de seus aliados caso Washington atinja instalações nucleares iranianas, segundo a imprensa estatal do país. A declaração foi divulgada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que atacará "muito em breve" a região da montanha Pickaxe. Em 13 de julho, o americano afirmou que os EUA iriam "eliminar" o complexo subterrâneo devido a sua relevância para o programa nuclear iraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp 🏔️ Conhecida no Irã como Kuh-e Kolang Gaz La, a montanha Pickaxe é um complexo de túneis subterrâneos localizado ao lado da instalação nuclear de Natanz, um dos principais centros do programa nuclear iraniano. As galerias tem mais de 100 metros de profundidade, o que faz da instalação uma das mais protegidas do Irã e possivelmente resistente até mesmo às bombas antibunker mais potentes do arsenal americano. Embora Teerã afirme que o programa nuclear tem fins pacíficos, o governo dos EUA sustenta que a montanha abriga o enriquecimento de urânio ou à fabricação de centrífugas. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) não teve acesso ao complexo, o que alimenta as dúvidas sobre sua finalidade. Olocal ganhou ainda mais relevância após relatórios de inteligência indicarem que o Irã teria transferido centrífugas para os túneis da montanha. A informação elevou a pressão dos Estados Unidos e de Israel sobre o complexo e reforçou a percepção de que ele pode se tornar um dos principais alvos em uma eventual escalada militar. Agora no g1